O presente escrito, nasceu em tempo de “crise” subjacente ao existir, viver e aprender adjacente no aqui-e-agora. Nessa noção subjetiva-objetiva, aflorou-se a escrita sobre a arte de contemplar o “estar-ser-conectar” no “mundo” onde não se encontrava. O mundo é uma construção de complexos ou as pessoas o deixam complexo? Não podemos negar a existência da complexidade da natureza humana que de certa forma nos influenciam na busca de uma compreensão da visão de mundo, de si mesmo e das pessoas e vice-versa. Mas em todas as instâncias do percurso da vida, entende-se que ela é significante ou torna-se ressignificante, de modo que ao contemplar a arte de viver é aprender diante das múltiplas adversidades a nós impostas, temos a opção de escolher seguir em frente. Dialogando nesse sentido, podemos nos encontrarmos ou estar em vários lugares e ao mesmo tempo não se encontrar em nenhum lugar ou estar. Em tese, construímos e/ ou reconstruímos as molduras de vida na vida. Ou ainda, podemos optar em escolher os pontos de encontro em se encontrar na arte de viver e aprender dando a possibilidade de se conectar a si mesmo e aos modos de uma conexão em se encontrar reconectando-se.

Mas, em todas as instâncias do percurso da vida, entende-se que ela é significante ou torna-se ressignificante, de modo que, ao contemplar a arte de viver e aprender diante das múltiplas adversidades a nós impostas, temos a opção de escolher seguir em frente.
Dialogando nesse sentido, podemos nos encontrar ou estar em vários lugares e, ao mesmo tempo, não se encontrar em nenhum lugar ou estar.
Em tese, construímos e/ou reconstruímos as molduras de vida na vida. Ou ainda, podemos optar em escolher os pontos de encontro em se encontrar na arte de viver e aprender, dando a possibilidade de se conectar a si mesmo e aos modos de uma conexão em se encontrar reconectando-se.