Trote sobre bomba mobiliza forças de segurança e atrasa voo internacional em Guarulhos

 

Um trote envolvendo ameaça de bomba mobilizou forças de segurança no Aeroporto Internacional de Guarulhos, na região metropolitana de São Paulo, e provocou atraso em um voo internacional com destino à Europa. Um homem de 20 anos foi conduzido à sede da Polícia Federal para prestar depoimento após assumir a autoria da ligação.

De acordo com informações apuradas, o jovem telefonou para uma funcionária do aeroporto afirmando que havia um artefato explosivo em uma aeronave da companhia Air Europa que partiria do Terminal 2. A chamada foi encerrada logo após a comunicação da suposta ameaça.

Diante da gravidade do conteúdo, o protocolo de segurança foi imediatamente acionado. Equipes do Grupo de Ações Táticas Especiais (GATE), especializado em ocorrências com explosivos, além do policiamento ostensivo da área, foram deslocadas para o terminal por volta das 15h. As forças de segurança iniciaram procedimentos de verificação e, em pouco tempo, conseguiram identificar o responsável pela ligação.

Localizado pelas autoridades, o homem foi abordado e, em entrevista preliminar, afirmou que a ligação não passava de uma “brincadeira”. Mesmo assim, foi encaminhado a uma unidade da Polícia Federal para prestar esclarecimentos formais, já que ameaças dessa natureza são tratadas como crime e exigem investigação rigorosa.

A ocorrência permanece em andamento. Casos envolvendo comunicação falsa de ameaça de bomba são considerados graves, pois mobilizam recursos de segurança, impactam operações aeroportuárias e podem colocar passageiros e funcionários em situação de risco. Além disso, esse tipo de atitude pode resultar em responsabilização criminal.

O episódio afetou diretamente um voo da Air Europa que tinha como destino a cidade de Madri, na Espanha. A decolagem estava prevista para ocorrer pouco depois das 15h, mas precisou ser adiada em razão dos procedimentos de segurança. A nova previsão de partida foi remarcada para o fim da tarde.

A mobilização incluiu a checagem de protocolos padrão para situações de ameaça, garantindo que todos os passageiros e tripulantes estivessem em segurança antes da liberação da aeronave. Não houve registro de feridos ou necessidade de evacuação emergencial, segundo informações preliminares.

Autoridades reforçam que trotes com conteúdo de ameaça são tratados com máxima seriedade, especialmente em ambientes sensíveis como aeroportos, onde qualquer suspeita pode comprometer a segurança aérea e gerar grandes prejuízos operacionais. Além do atraso no voo internacional, a falsa comunicação pode ter causado transtornos a passageiros que aguardavam embarque.

A Polícia Federal deve analisar as circunstâncias da ocorrência e avaliar eventuais medidas cabíveis. Enquanto isso, o caso serve de alerta sobre as consequências legais e operacionais de comunicações falsas que envolvem segurança pública e transporte aéreo.

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