Por Marta Raad Dantas — Rio de Janeiro, 13 de julho de 2026
Em um momento em que o brasileiro assiste, incrédulo, ao desfile de privilégios e desperdícios em Brasília, surge uma candidatura que se recusa a repetir o script do “sempre foi assim”.
João Goulart, pré-candidato a deputado federal pelo Partido Democracia Cristã (PDC) no Rio de Janeiro, não chega ao debate público como mais um nome na lista — chega como advogado e ex-delegado da OAB que decidiu transformar décadas de rigor técnico em instrumento de combate à impunidade institucional. Presidente comandando todas as eleições da Ordem dos Advogados do Brasil.
Uma trajetória que fala por si
Natural de São Borja, no Rio Grande do Sul — cidade que carrega no nome a memória de um dos capítulos mais marcantes do trabalhismo brasileiro —, João Goulart radicou-se no Rio de Janeiro, onde construiu, ao longo de anos, uma carreira sólida na advocacia.
Inscrito na OAB/RJ, atuou em tribunais trabalhistas e, mais do que isso, ocupou lugar no Tribunal de Ética e Disciplina da Ordem: o espaço onde a própria classe jurídica julga seus pares e decide, na prática, o que é ou não tolerável em nome da profissão.
Não é pouco. Quem já sentou nessa cadeira sabe que fiscalizar a conduta alheia exige coerência — e é justamente essa coerência que Goulart agora propõe levar ao Congresso Nacional.
Uma plataforma sem meias palavras
Enquanto parte da classe política ainda hesita em nomear os problemas do país, a candidatura de João Goulart aposta na objetividade.
Seus eixos de atuação atacam, de forma direta, alguns dos temas mais sensíveis — e mais evitados — da política brasileira:
- Combate aos privilégios e ao desperdício de recursos parlamentares — adoção de medidas de controle e transparência para reduzir benefícios indevidos e otimizar gastos públicos.
- Anulação da Reforma da Previdência Social — revisão das mudanças consideradas prejudiciais a trabalhadores, aposentados e pensionistas, com propostas alternativas que preservem direitos e garantam sustentabilidade.
- Desvinculação entre salários da ativa e proventos de aposentados remanescentes — extinção gradual do regime de paridade; defesa de reajustes baseados em critérios de equidade e sustentabilidade fiscal, respeitando direitos adquiridos e os limites fixados pelo Supremo Tribunal Federal.
- Indicação judiciária condicionada à sabatina pelo Colegiado de Desembargadores — adoção de sabatinas colegiadas como requisito para nomeações, com ênfase em critérios técnicos, transparência e legitimidade institucional.
- Revisão da destinação de recursos ao Fundo Eleitoral — oposição à alocação de cerca de R$ 4,9 bilhões ao Fundo Eleitoral (FEFC); proposta de priorizar investimentos em serviços sociais essenciais.
Credenciais que sustentam o discurso
A passagem de Goulart pelo Tribunal de Ética da OAB é apresentada por sua campanha como prova de que ele já demonstrou, na prática, disposição para confrontar a impunidade — inclusive dentro da própria categoria profissional.
A isso soma-se a força simbólica de suas origens: nascido em São Borja e forjado profissionalmente no Rio de Janeiro, o candidato reúne, em uma só biografia, tradição e técnica, raiz histórica e conhecimento jurídico aplicado.
Uma resposta ao descrédito
João Goulart aposta suas fichas em uma tese simples: credencial técnica gera confiança pública.
Para ele, o mandato parlamentar não é vitrine — é instrumento. E o Parlamento, insiste, precisa voltar a ser o que a Constituição determina que seja: guardião da soberania nacional e da responsabilidade fiscal.
Sua convocação final:
“Junte-se ao nosso projeto e seja protagonista da mudança.”
O recado ao eleitor
João Goulart se apresenta como alternativa para quem está cansado do discurso genérico e quer resultado prático: fiscalização real dos gastos públicos, revisão de políticas que fragilizaram a seguridade social e um Judiciário escolhido com transparência.
Material produzido e custeado pela pré-candidatura de João Goulart (PDC-RJ). Recomenda-se ao leitor consultar documentos oficiais, registros eleitorais e decisões do TSE para verificação independente das informações aqui apresentadas.